Não é novidade que os vários meios de comunicação nos deixam alarmados sobre a interferência do homem no clima. Temos visto o aumento da temperatura global, o derretimento do gelo dos polos e o crescente nível do mar, mas o fato é que o aquecimento global é primordialmente resultado de altos níveis de emissões de gases de efeito estufa na atmosfera e também a destruição das áreas verdes. Mas vai muito além, acrescentando outras causas, incluindo a redução de precipitação atmosférica e poluição. Estes tem sido problemas recorrentes também na Bahia.
A diminuição das chuvas alongou o período de sol em Salvador, e este ano a estação chuvosa, que começa no mês de Março e vai até Maio, foi atípica, porque o fenômeno de sol prolongado atingiu, não somente a capital baiana, mas toda a costa do Nordeste. Sem previsão de chuvas, a população não tem tido trégua com o calor. Resultado: praias lotadas em um período incomum do ano e também um forte calor em todos os pontos de Salvador e região metropolitana.
A diminuição das chuvas alongou o período de sol em Salvador, e este ano a estação chuvosa, que começa no mês de Março e vai até Maio, foi atípica, porque o fenômeno de sol prolongado atingiu, não somente a capital baiana, mas toda a costa do Nordeste. Sem previsão de chuvas, a população não tem tido trégua com o calor. Resultado: praias lotadas em um período incomum do ano e também um forte calor em todos os pontos de Salvador e região metropolitana.
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| Praia do Farol da Barra- Salvador. |
No nordeste do País, que tem seguido a mesma tendência até a segunda quinzena de Outubro, o tempo tem estado seco no interior da região e as chuvas de curta duração apenas ocorrem na região leste. No litoral baiano, as chuvas estão mal distribuídas e em Salvador, na primeira semana de Outubro, o volume de chuvas chegou a apenas 18 mm.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), Em Salvador, entre Janeiro e Abril de 2011, choveu 700 mm, enquanto este ano, no mesmo período, houve apenas 180 mm de chuva. Pode-se afirmar que no ano passado choveu quase quatro vezes mais em comparação com o período correspondente deste ano.
Com a falta de precipitação, o número de municípios baianos que decretaram estado de emergência subiu para 289. O período foi considerado o mais difícil, pela seca, nos últimos cinquenta anos, mas não há nenhuma evidência cientifica que indique as causas da seca que está afetando e castigando muitas cidades do interior da Bahia.
No Brasil, um relatório divulgado pela Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL), prevê que o nordeste seja a zona mais vulnerável aos impactos das mudanças climáticas no continente. Segundo dados do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia, nos últimos dez anos, tem havido uma redução média de 218 mm de chuva, mas o Instituto do Meio Ambiente dá piores previsões, que de fato, a redução seria de 10% no litoral, e de 20% nas regiões mais secas. Tudo isso poderia acontecer no período compreendido entre 2011 até 2040, enquanto que na Região Metropolitana de Salvador, a temperatura aumentaria entre 1,1% e 1,7% até 2040.
As notícias que criam significativas preocupações são aquelas que preveem para os próximos anos, não mais guerras por petróleo, mas por falta de disponibilidade hídrica, o que pode resultar em guerras.
O Brasil, como se sabe, é o país mais rico em água disponível para consumo no planeta. O País possui 14,3% da disponibilidade total de água potável existente em todo o mundo, mas atenção: O aumento da temperatura influência diretamente o ciclo da água, aumento a evaporação, mudando a umidade natural do terreno, o que diminui a quantidade de água presente.
Resultado: O desafio deste século é, que nós, habitantes do Planeta, devemos construir um modelo de sociedade sustentável, para assegurar a sobrevivência de cada um de nós.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), Em Salvador, entre Janeiro e Abril de 2011, choveu 700 mm, enquanto este ano, no mesmo período, houve apenas 180 mm de chuva. Pode-se afirmar que no ano passado choveu quase quatro vezes mais em comparação com o período correspondente deste ano.
Com a falta de precipitação, o número de municípios baianos que decretaram estado de emergência subiu para 289. O período foi considerado o mais difícil, pela seca, nos últimos cinquenta anos, mas não há nenhuma evidência cientifica que indique as causas da seca que está afetando e castigando muitas cidades do interior da Bahia.
Segundo um estudo conduzido pelo Grupo Intergovernamental de Estudos sobre as Mudanças Climáticas (GIEMC), um aumento de 2°C da temperatura média da Terra, seria o suficiente para diminuir a quantidade de recursos hídricos e aumentar a demanda por irrigação, ao mesmo tempo, ter um aumento de pessoas (até 2 bilhões) em condição de escassez de água.
No Brasil, um relatório divulgado pela Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL), prevê que o nordeste seja a zona mais vulnerável aos impactos das mudanças climáticas no continente. Segundo dados do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia, nos últimos dez anos, tem havido uma redução média de 218 mm de chuva, mas o Instituto do Meio Ambiente dá piores previsões, que de fato, a redução seria de 10% no litoral, e de 20% nas regiões mais secas. Tudo isso poderia acontecer no período compreendido entre 2011 até 2040, enquanto que na Região Metropolitana de Salvador, a temperatura aumentaria entre 1,1% e 1,7% até 2040.
As notícias que criam significativas preocupações são aquelas que preveem para os próximos anos, não mais guerras por petróleo, mas por falta de disponibilidade hídrica, o que pode resultar em guerras.
O Brasil, como se sabe, é o país mais rico em água disponível para consumo no planeta. O País possui 14,3% da disponibilidade total de água potável existente em todo o mundo, mas atenção: O aumento da temperatura influência diretamente o ciclo da água, aumento a evaporação, mudando a umidade natural do terreno, o que diminui a quantidade de água presente.
Resultado: O desafio deste século é, que nós, habitantes do Planeta, devemos construir um modelo de sociedade sustentável, para assegurar a sobrevivência de cada um de nós.
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