Durante o período da Revolução Industrial, não havia ainda preocupação com as questões ambientais. Os recursos naturais eram abundantes, e a poluição, desmatamento, consumo excessivo não eram os focos de atenção da sociedade á época.
Somente com a escassez de recursos e a elevação dos índices de poluição, agravados pelo rápido desenvolvimento de alguns países e o crescimento desordenado da população mundial a ideia da sustentabilidade, advinda da consciência ambiental ganhou força e forma, e fez o homem pensar na necessidade de interagir com o planeta, preservando seus recursos naturais e o meio ambiente para não comprometer gerações futuras.
No ano de 1968, época em que artefatos químicos e nucleares da Guerra Fria já ameaçavam a humanidade, uma ONG conhecida como Clube de Roma, reuniu intelectuais, entidades de pesquisa, empresários, ativistas e políticos para publicar o relatório "Os Limites do Crescimento", estabelecendo então, modelos para "predição" do futuro, caso não houvesse meios e sistemas de desenvolvimento econômicos sustentáveis.
Ultimamente, o conceito de consciência ambiental, aliado á sustentabilidade, tornou-se um principio, segundo o qual, o uso dos recursos naturais para a satisfação das necessidades presentes não pode comprometer as necessidades futuras de sucessivas gerações, o que requereu a vinculação destes ao conceito de sustentabilidade ao longo prazo, de termo, em principio, indefinido.
Isto levou a ONU (Organização das Nações Unidas) a promover a Reunião de Cúpula sobre o Meio Ambiente em 1972, em Estocolmo, na Suécia, com a presença de representantes de 113 nações visando estabelecer um panorama global e princípios comuns para orientar a conservação dos recursos naturais.
Isto levou a ONU (Organização das Nações Unidas) a promover a Reunião de Cúpula sobre o Meio Ambiente em 1972, em Estocolmo, na Suécia, com a presença de representantes de 113 nações visando estabelecer um panorama global e princípios comuns para orientar a conservação dos recursos naturais.
Naquele ano, fora elaborada a Declaração das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano (Declaration of the United Nations Conference on the Human Environment), que contém 19 princípios que representam um manifesto ambiental para nossos tempos, visando reexaminar os problemas ambientais e propor soluções realistas.
Recentemente o tema da consciência ambiental convergiu para a economia e o setor empresarial como nome triple bottom line que norteiam o desenvolvimento sustentável. Assim, esta é uma questão relativamente nova, tensa , controversa, e precisa ser realizada levando em conta os aspectos ambientais, sociais e econômicos, sempre tendo em meta o bem-estar da comunidade.
Entretanto, esta discussão está longe de acabar. Existem correntes que afirmam que o aquecimento global e suas consequências é devido ao fator antropogênico, outros o justificam como sendo da própria evolução planetária.
O consenso cientifico é que o aquecimento global, de fato está acontecendo. O Protocolo de Kyoto, ratificado em Novembro de 2009 por 187 estados, visa a estabilização da concentração de gases do efeito estufa para evitar uma "interferência antropogênica perigosa". O protocolo estimula os países signatários cooperarem entre si através de algumas ações básicas:
Recentemente o tema da consciência ambiental convergiu para a economia e o setor empresarial como nome triple bottom line que norteiam o desenvolvimento sustentável. Assim, esta é uma questão relativamente nova, tensa , controversa, e precisa ser realizada levando em conta os aspectos ambientais, sociais e econômicos, sempre tendo em meta o bem-estar da comunidade.
Entretanto, esta discussão está longe de acabar. Existem correntes que afirmam que o aquecimento global e suas consequências é devido ao fator antropogênico, outros o justificam como sendo da própria evolução planetária.
O consenso cientifico é que o aquecimento global, de fato está acontecendo. O Protocolo de Kyoto, ratificado em Novembro de 2009 por 187 estados, visa a estabilização da concentração de gases do efeito estufa para evitar uma "interferência antropogênica perigosa". O protocolo estimula os países signatários cooperarem entre si através de algumas ações básicas:
- Reformar os setores de energia e transportes;
- Promover o uso de fontes energéticas renováveis;
- Eliminar instrumentos e mecanismos financeiros e mercadológicos incompatíveis com o Protocolo;
- Limitar as emissões de metano e carbono no gerenciamento de resíduos e dos sistemas energéticos;
- Proteger florestas e outros sumidores de carbono.
Porém o Protocolo não alcançou suas metas, que tem vigência prevista para o prazo de Dezembro de 2012. Frente ao rápido crescimento das economias emergentes, cuja matriz energética é extremamente dependente da queima de combustíveis fósseis, em especial do carvão mineral, o aumento das emissões de gás carbônico parece inevitável para as próximas décadas, o que na prática, possívelmente, frustrou as pretensões do Protocolo de Kyoto e ofuscou os debates sobre economia verde e a consciência ambiental.
Nenhum comentário:
Postar um comentário